
TOOODO o santo tuga tira férias em Agosto. Nós por cá também.
Voltamos com nova roupagem e asneirada pronta. Relataremos vivências e histórias fofinhas que se meteram no nosso caminho em plena silly season, tudo com o toque de perspicácia jornalistica (cor de rosa fuxia) que já é do costume.
Como dizemos ao Bife que nos visita o sul do país melhorando a "saída técnica de crise": Enjoy yourself the gelating!
O cão que ataca marcha-atrás.
Em tempos conheci um cão Lulu, caniche branco pêlo rente, 40 cm.
Mal via as vizinhas fantásticas saltava com fúria que até a dona se admirava, um lulu tão pacífico...
Ora o palerma do Super Lulu, apanhando-nos distraídas fazia-nos o coração disparar.
No outro dia lembrei-me de tal personagem porque aqui nos arredores dos condomínios estava um caga-tacos tipo cão, tamanho chiwawa, que rosnava a uma meia dúzia de miúdos em idade de apenas asneirar e algo me encantou de imediato. Não só fazia uma monumental ladradela como também estava furioso. Mas havia um maravilhoso pormenor. Conforme o nosso inconformado cão ladrava e investia dentinhos afiados aos putos, num acesso de bravura recuava em pulinhos enquanto aumentava a projecção da cólera. E assim parecia que a película tinha encravado e o frame não evoluía porque o bravo cãozinho, tipo a pilhas, corria para a frente enraivecido e segundos depois dava dois saltinhos para trás. Corria para a frente enraivecido e segundos depois dava dois saltinhos para trás. Corria para a frente enraivecido e segundos depois dava dois saltinhos para trás.
Não sei como a história acabou porque me entediei daquele cenário marcha - à frente marcha-atrás rapidamente mas uma coisa ficou clara: o cão era persistente!
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