Depois de cerca de 300 pessoas se terem tornado perítos forenses a detectar se o toxicodependentezinho ali da esquina morreu de overdose ou se está só com preguiça de respirar [com tanto conhecimento já não demoro muito a seguir-lhes o exemplo] está na altura da não derradeira batalha sangrenta!Fixolas não?
Principalmente quando dá gosto ver os mesmos 300 a passar com distinção de entre o "muito bem" até ao "tas quase lá mas a gente não te quer ca pó ano que és competente". Lembro-me como se fosse hoje, e se fosse hoje teria contado 200 células e não os grupos de coisas que prali queriam mexer enquanto tentava focar a vista e dizia para mim "está quase... mais uns minutos e não precisas de vomitar aqui".
E a taxa de chumbo?? Fraquinha, como declarariam os engenheiros da familia. Não existe quase, filhos! Pralém do que daqui a uns anos não existirão analistas, é tudo corrido a cérebro de lata que até esfregaços faz!
E o analista? Servirá pra desencravar a máquina? Ah, não queiram saber já tudo, competentes pah.
Moral da coisa, na toxicodependência aprendi que uma boa jogada pra melhorar as anemias é comer iscas com sumo de laranja. Como remataria um ictérico amigo: "Damn right nigga".
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